sexta-feira, 27 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
sábado, 7 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
domingo, 18 de março de 2012
Exterior / Interior
"Eu tenho um sonho que as minhas quatro pequenas crianças vão um dia viver numa nação onde elas não serão julgadas pela cor da pele, mas pelo conteúdo de seu caráter."
Martin Luther King
segunda-feira, 12 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
domingo, 12 de fevereiro de 2012
A Máquina do Tempo
É estranho pensar que amanhã, ao acordar, o mundo vai acordar estupidamente igual e que certamente o mesmo acontecerá em qualquer dia da minha existência, como sucedeu em 17 anos.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
O Frio da Alma
Sente-se o frio. De fora da janela sente-se o frio. As árvores estão despidas, as vinhas enrolam-se nos arames, aconchegas. As casas recatam-se em si mesmas e estão sós, dispersas na colina. Está frio e até o dia se sente ofegado pela noite, que cai ao delével sobre esta velha província. Está frio, e a lenha dá cor aos sonhos que se propagam ao longo das lareiras arcaicas, que tantas histórias recatam no seu tijolo burro.
As camas ressentem-se com o peso dos cobertores e as paredes vacilam e deixam transparecer aqui e ali o caruncho que perfuma fortemente as peculiares casas. Está frio, e os passeios tornam-se desertos de perda solitária. Está frio e sente-se no imaginário destas gentes a carga óssea desta vida madrasta. Está frio e os sorrisos debruçam-se sobre os cachecóis que rodeiam o pescoço.
Está frio, é certo, mas um dia ainda vão escorrer sobre o meu rosto gélido, as lágrimas frias da saudade deste frio quarto que para sempre vai ficar nas entranhas do coração.
As camas ressentem-se com o peso dos cobertores e as paredes vacilam e deixam transparecer aqui e ali o caruncho que perfuma fortemente as peculiares casas. Está frio, e os passeios tornam-se desertos de perda solitária. Está frio e sente-se no imaginário destas gentes a carga óssea desta vida madrasta. Está frio e os sorrisos debruçam-se sobre os cachecóis que rodeiam o pescoço.
Está frio, é certo, mas um dia ainda vão escorrer sobre o meu rosto gélido, as lágrimas frias da saudade deste frio quarto que para sempre vai ficar nas entranhas do coração.
sábado, 21 de janeiro de 2012
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